Estudos recentes apontam o poder anti-inflamatório e desintoxicante do ácido graxo como fator protetor contra o avanço da doença. Consultora da Biobalance, Dra. Maria Inês Harris, comenta os resultados das pesquisas.

O Parkinson é uma desordem neurodegenerativa causada por fatores físicos, ambientais e genéticos e caracterizada pela morte celular de neurônios produtores de dopamina, hormônio responsável pelo envio de comandos do cérebro para os músculos. Embora ainda não tenha cura, a enfermidade pode ser controlada por meio de tratamentos que visam amenizar os sintomas, retardar o avanço do quadro e, dessa forma, oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.

É também por conta desse prognóstico que os cientistas não abandonam o estudo da patologia e, a cada ano, surgem novas pesquisas com resultados animadores relacionados a recursos terapêuticos para a estabilização dos sinais clínicos.

Entre os estudos sobre fatores que diminuem os riscos de doenças neurodegenerativas, especialmente o Parkinson, vários atestam relação entre os níveis do ácido graxo ômega 3 DHA (docosaexaenoico) e a prevenção dessas enfermidades. Evidências mostram que a ingestão do nutriente em doses adequadas pode reduzir as chances de desenvolvimento da doença, bem como de retardar os sintomas. “Pessoas com desordens neurodegenerativas apresentam deficiências em ácidos graxos poli-insaturados. A suplementação com DHA pode oferecer proteção aos neurônios dopaminérgicos contra a morte celular induzida por neurotoxinas”, afirma a Dra. Maria Inês Harris, consultora científica da Biobalance.

Por sua ação anti-inflamatória, o DHA previne a degeneração das células dos neurônios, induzida por substâncias neurotóxicas e, por consequência, o avanço dos sintomas do Parkinson. Dessa forma, em uma análise verificou-se que o pré-tratamento com o ácido graxo pode proteger os neurônios dopaminérgicos contra a morte celular induzida por uma neurotoxina.

Outro estudo, também realizado com camundongos, mostrou que o DHA também é capaz de reduzir o estresse oxidativo no cérebro causado pelo Parkinson e ainda prevenir disfunções motoras e gastrointestinais induzidas pelas neurotoxinas. “Os estudos têm confirmado o efeito antioxidante do ômega 3 para o sistema nervoso e também sugerem que uma clara comunicação entre o cérebro e os outros órgãos, como o intestino, seria uma das vias principais de chegada de substâncias tóxicas aos neurônios”, explica a Dra. Harris. “As investigações levam à conclusão de que a intervenção na dieta, inclusive pelo uso de suplementos de ômega 3, pode colaborar para a amenização dos sintomas em pacientes Parkinsonianos”, completa a especialista.

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