Joyz é uma rede social do bem que nasceu com o objetivo de ajudar causas e ONGs, transformando um click em uma doação. Fundado no final de 2016, em Porto Alegre, o “Instagram filantrópico” surgiu do desejo de seus sócios Pedro Goidanich, Raul Amoretti, um grupo de investidores e, posteriormente, Gabriel Khawali e Eduardo Salles, de fazerem algo com um propósito maior. De forma interativa e intuitiva, o usuário pode escolher para quem doará os seus “joyz”, moeda utilizada pela plataforma, que equivale a 10 centavos cada.

“O Joyz surge como uma forma de democratizar a filantropia no País. Trabalhamos com o sistema de micro doação ativa, onde o usuário doador escolhe qual causa ele quer ajudar, diferentemente dos outros processos que conhecemos, chamados de micro doação passiva, quando a empresa vende um produto e destina uma quantia ‘x’ para uma instituição previamente escolhida por ela”, explica Gabriel Khawali, sócio do Joyz.

Qualquer pessoa pode se cadastrar e fazer o bem. Ao instalar o aplicativo, disponível para celulares com sistema operacional Android ou iOS, o usuário doador recebe até 40 joyz de presente da plataforma, para doar para a(s) causa(s) que ele preferir. As opções de causas na plataforma vão desde arrecadação para o custeio de tratamentos médicos de crianças e adultos, passando por causas animais, até ONGs. Doar na plataforma é tão simples quanto dar um like em uma foto em qualquer outra rede social. Cada like equivale a um joyz.

Após o uso dos bônus iniciais, o doador pode adquirir novos joyz por dois métodos diferentes: Comprando no próprio aplicativo via paypal, boleto, cartão de crédito ou depósito bancário, ou participando de alguma campanha de interação com “empresas amigas”, que firmam parceria com o Joyz e entregam, junto com a veiculação de sua campanha um valor para a sociedade. Para os usuários que são causas, é necessário realizar a criação de um perfil gratuitamente, com informações e fotos com legendas. Como nas redes sociais tradicionais, o perfil deve ser atualizado com frequência, criando vínculos entre os usuários doadores e causas.

Essa estratégia serve também como política anti fraudes dentro do app. Quando o usuário doador dá o seu like em uma foto, ele não consegue voltar nesse mesmo post e dar um segundo like. Por isso, é importante que a causa atualize sempre que possível o seu perfil com novas imagens, aumentando o engajamento e a possibilidade de arrecadação. Além dos likes, é possível deixar depoimentos e comentários. Para resgatar o valor arrecadado, basta solicitar a transferência dos joyz, convertidos em reais, para a conta cadastrada. O serviço é livre de taxas, diferentemente das plataformas tradicionais de crowdfunding.

Hoje, o aplicativo conta com quase 300 mil usuários, entre causas e doadores, e uma média de 500 a 800 novos perfis por dia. Existem causas que já levantaram mais de R$50 mil na plataforma. Com foco nacional, a maior parte das causas cadastradas no Joyz são das regiões Sudeste e Sul. São Paulo é o estado com o maior número de campanhas registradas (23,3%), seguido por Rio de Janeiro (15,5%) e Rio Grande do Sul (13,1%). No entanto, causas dos Estados Unidos (2) Colômbia, Itália, e Quênia (1) também podem ser encontradas no app.

Sobre o Joyz
Joyz é uma rede social do bem que nasceu com o objetivo de ajudar causas e ONGs, onde fazer uma doação é tão simples quanto dar um like em uma foto. Fundado no final de 2016 em Porto Alegre, o app, disponível para Android e iOS, possui uma interface intuitiva e parecida com as de outras redes sociais. A cada like em uma foto, o usuário doa 1 joyz, moeda utilizada pela plataforma, que equivale a R$ 0,10 cada. Atualmente, o aplicativo conta com uma média de 300 mil usuários, entre doadores e causas das mais variadas, que vão desde arrecadação para o custeio de tratamentos médicos de crianças e adultos, passando por auxílio para cuidar de animais e ONGs.

Gabriel Khawali
Gabriel Khawali é sócio do Joyz, uma rede social do bem que nasceu com o objetivo de ajudar causas e ongs, transformando um click em uma doação. Khawali está inserido no universo das startups desde 2015, quando, ao lado do time da Aioria Software House, empresa de desenvolvimento de software com foco em dispositivos mobiles, esteve à frente do Clubee App, um match maker restrito a geolocalização. Atualmente, motivado pelo desejo de fazer a diferença, se dedica exclusivamente ao Joyz, pois acredita que o app entrega um valor imenso para a sociedade e para as empresas amigas do app, e se tornou o representante do Joyz em terras paulistas.