Análise da água do lago determinará se há necessidade de oxigenação mecânica

O vereador e vice-presidente da Câmara, José Natal Pereira preocupado com a situação do lago Maracá, temendo a mortandade de peixes acionou o Deagua para analisar se a quantidade e qualidade da água ainda é capaz de manter a fauna no manancial

lago maraca teste oxigenio (5)

O vereador e vice-presidente da Câmara, José Natal Pereira preocupado com a situação do lago Maracá, temendo a mortandade de peixes acionou o Deagua para analisar se a quantidade e qualidade da água ainda é capaz de manter a fauna no manancial. 

Adriana Martins Peres Borba a encarregada pelo controle de qualidade do Deagua mobilizou uma equipe com as químicas e o responsável por manutenção de equipamentos da autarquia numa missão de coleta de amostras e verificação das possibilidades de instalação e instrumentos para a oxigenação mecânica da água.

Acompanhados pelo vereador os funcionários do Deagua coletaram água em dois pontos do lago objetivando a realização dos testes de OD – Nível de Oxigênio Dissolvido – e o DBO – Demanda Bioquímica de Oxigênio – que determinarão a capacidade da água do lago Maracá em sustentar o bioma aquático.

José Natal disse que está preocupado porque como o lago está com o nível muito baixo a possibilidade de ocorrer uma mortandade de peixes em massa é grande. Ele entrou e contato com o Deagua e foi atendido pela equipe da autarquia que também está preocupada com a condição manancial urbano.

O Deagua ainda descarta o recalque de água do Ribeirão do Jardim para o lago, como é cogitado nas ruas. De acordo com Adriana o córrego que abastece Guaíra está com o nível muito baixo e retirar mais água dele poderia provocar mortandade no ribeiro, além de que, atualmente o curso de água recebe descarte das três lagoas de esgoto da cidade. Assim nos meses secos a água do manancial fica muito comprometida.

O Deagua já estuda a possibilidade de instalar uma bomba de água móvel no lago. O equipamento sugaria e aspergiria a água de forma a provocar a oxigenação mecânica forçada.

Outra preocupação do vereador compartilhada pelo Deagua é que com o nível muito baixo, o lago fica mais suscetível à contaminação, especialmente por produtos de limpeza domésticos que escorrem pelas sarjetas e valetas oriundas das residências nas imediações do lago.

O triste é que a baixa do lago revela a falta de respeito daqueles que o usam. Apesar do pessoal do Departamento de Parques e Jardins realizar periódicas recolhas de detritos nas margens secas do lago, nos finais de semana mais detritos voltam a povoar o lago.

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