A transformação digital está impactando fortemente o setor de saúde em toda a América Latina. Segundo dados da IDC, o investimento em tecnologias na região deve atingir US$ 1.931 milhões em 2022. Por outro lado, tanto os sistemas públicos quanto os privados enfrentam desafios complexos, como as mudanças demográficas e o aumento da obesidade na população.

Atualmente, muitas empresas dependem de processos ultrapassados e manuais, dados de difícil acesso, falta de colaboração de integrantes da equipe e, consequentemente, sofrem com o aumento de custos, já que são necessárias inúmeras horas extras para resolução de problemas.

O resultado? Pacientes insatisfeitos por enfrentarem longos períodos de espera, muita burocracia, falta de informação e exames que não ficam prontos na data estipulada, além de uma grade de funcionários insatisfeitos com as ferramentas de trabalho, fator que, na maioria dos casos, dificulta (e até mesmo impossibilita) um atendimento de excelência para o paciente.

Diante desse cenário, separei três dicas que irão otimizar o tempo de deslocamento do paciente pelos hospitais, além de auxiliarem na eficiência do trabalho dos médicos, desde o registro inicial até a alta.

1. Trabalhar de forma mais inteligente e colaborativa

A informação ao paciente deve ser rápida e assertiva. Para isso, garanta que os fornecedores estejam conectados e se comuniquem facilmente. Assim, os pacientes recebem um melhor atendimento, de forma mais eficiente e descomplicada.

Por outro lado, com uma comunicação efetiva, os sistemas de assistência médica se concentram no gerenciamento de custos e os serviços compartilhados ajudam a obter menores custos, ao mesmo tempo em que dão suporte aos médicos no atendimento ao paciente.

2. Digitalizar com uma infraestrutura otimizada.

Os sistemas de saúde precisam de uma infraestrutura e serviços escaláveis, que possam lidar com maior largura de banda, armazenamento e outros recursos de desempenho. A computação em nuvem é um ótimo recurso, já que possibilita acesso remoto, em tempo real, e se adapta facilmente às necessidades do usuário, sem limite de logins por vez. Dessa forma, o gerenciamento de informações se torna assertivo, rápido e fluído, além de trazer uma maior segurança para os dados críticos.

3. Garantir integração e consolidação eficientes.

Embora os sistemas de saúde continuem a usar fusões e aquisições como uma forma de operar com mais eficiência e rentabilidade, ainda enfrentam os desafios da integração, desde a padronização até a gestão da marca.

Com a digitalização, essa padronização de processos e fluxos de trabalho será ágil, pois haverá a eliminação de redundância de dados e acúmulo de informações imprecisas, bem como a criação de uma experiência de usuário unificada e humanizada.

Não há dúvidas de que estas tecnologias facilitam a rotina dos hospitais e companhias, principalmente na captação e no gerenciamento das incontáveis informações recebidas e capturadas por dia, reduzindo o risco e possibilitando melhorias contínuas no atendimento e na experiência do paciente!

*Bill García é diretor da Vertical de Saúde da Ricoh América Latina.

Sobre a Ricoh

A Ricoh empodera os espaços de trabalho digitais com tecnologias e serviços inovadores para que todos possam trabalhar de forma mais inteligente. Durante mais de 80 anos, a companhia tem impulsionada a inovação como líder de soluções para a gestão de documentos, serviços de TI, impressão comercial e industrial, câmeras digitais e sistemas industriais.

Com sede em Tóquio, o Grupo Ricoh opera em aproximadamente 200 países e regiões. No ano fiscal que encerrou em março de 2019, o Grupo Ricoh teve vendas mundiais de 2.013 bilhões de yenes (aproximadamente US$ 18,3 bilhões).

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