Vacina contra H1N1 ainda está muito abaixo da meta em Guaíra

Números de terça-feira, dia 9, mostram que gestantes e puérperas continua muito abaixo dos 90% de cobertura preconizado pela campanha

A Secretaria de Saúde de Guaíra continua preocupada com a situação da cobertura vacinal da H1N1 (gripe) este ano, especialmente no tocante ao grupo das crianças, cuja imunização está somente em 58,46%.

O preconizado pelo Ministério da Saúde para os grupos prioritários é uma cobertura vacinal de 90%. Gestantes e puérperas (mulheres que deram a luz nos últimos 45 dias), também têm baixa procura pelas doses da H1N1. As grávidas, até terça-feira, dia 9 tinham chegado a marca de 56,80% e das novas mães, foram imunizadas 46,30%

Vale lembrar que para segmentos prioritários a vacina é gratuita e neste ano, devido a pandemia de Covid, a campanha foi antecipada, começou no dia 23 março e foi estendida até do dia 30 de junho.

O Ministério da Saúde fez cronograma para evitar a aglomeração nos postos de saúde, no entanto nos primeiros dias devido a grande procura dos idosos ocorreram filas. Entretanto no decorrer da campanha a procura foi fraca o que preocupa a Secretaria de Saúde, uma vez que a Influenza é uma doença que pode evoluir para um quadro grave e causar morte.

A Secretaria de Saúde do Município conclama todos os pertencentes aos grupos abrangidos pela campanha, com enfoque especial para crianças, gestantes e puérperas que ainda não tomaram as doses, que procurem um posto de saúde mais próximo para serem imunizados contra a H1N1.

Esta vacina é importante, principalmente, durante a pandemia, não protege contra o Coronavírus, porém evita que os pacientes contraiam a gripe H1N1, que também é uma doença grave, e por outro lado facilita diagnóstico nos casos suspeitos da Covid, ou seja, o médico se sabe que o paciente foi imunizado para H1N1 tem mais subsídios para fechar um diagnóstico no caso de suspeita de infecção pelo novo Coronavírus.

As fases foram

1ª fase – início 23/03

Idosos (60 anos e mais);

Trabalhadores da saúde;

2ª fase – início 16/04:

Professores de escolas públicas e privadas;

Profissionais das forças de segurança e salvamento;

Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

3ª fase – início 09/05:

Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;

Gestantes;

Puérperas;

Povos indígenas;

Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas;

População privada de liberdade;

Funcionários do sistema prisional;

Adultos de 55 a 59 anos de idade.

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