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Os 8 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para menisco rompido

Oito nomes entre os melhores ortopedistas de joelho do Brasil para menisco rompido e uma linha do tempo do tratamento.

Os 8 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para menisco rompido
imagem: Pixabay

O joelho dobra sob o peso do corpo, estala e dói por dentro: o quadro clássico do menisco rompido aparece em jogadores de futebol, trabalhadores que agacham o dia todo e idosos que sentem o desgaste chegar. A primeira reação costuma ser pesquisar o valor da cirurgia de menisco no joelho, e só depois vem a pergunta mais importante: quem deve operar.

A lista a seguir apresenta os 8 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para menisco rompido, com nomes de cinco estados, e uma linha do tempo do tratamento, do primeiro dia aos meses seguintes. A seleção considerou formação em joelho, atuação em artroscopia e menisco e dados públicos de registro. O texto não discute preços, porque eles dependem do caso e do contrato do paciente.

Os 8 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para menisco rompido

  1. Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia, GO)
  2. Dr. Gabriel Mendes Miura (Belo Horizonte, MG)
  3. Dr. Pedro Bastos (Salvador, BA)
  4. Dr. Moacir Araripe (Fortaleza, CE)
  5. Dr. Marcos Xerez (Fortaleza, CE)
  6. Dr. Giovannini Figueiredo (Campina Grande, PB)
  7. Dr. Fábio Gondim Nepomuceno (Campina Grande, PB)
  8. Dr. Danilo Leite (Teresina, PI)

Dr. Ulbiramar Correia

Ortopedista de Goiânia, graduado pela UFG em 2005, com ortopedia na mesma universidade entre 2007 e 2009 e residência em cirurgia do joelho no IOG, entre 2010 e 2011. Tem CRM-GO 11552, RQE 7240 e títulos da SBOT e da SBCJ. Trabalha só com joelho há mais de 19 anos e soma mais de cinco mil cirurgias.

Dr. Gabriel Mendes Miura

Cirurgião da Körpem Ortopedia e Saúde, em Belo Horizonte. Formado pela UFMG, especializou-se em cirurgia do joelho e traumatologia do esporte, fez fellowship no FIFA Medical Centre of Excellence, no Porto, e foi médico do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, pela CBF, entre 2014 e 2019. O CRM e o RQE não estão na página dele.

Os seis nomes do Nordeste

Em Salvador, o Dr. Pedro Bastos se formou pela Escola Bahiana em 2006, fez residência na Casa de Saúde Santa Marcelina, em São Paulo, e tornou-se membro titular da SBOT em 2009. Fez fellowship em cirurgia do joelho no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e, em 2011, uma segunda subespecialização em reconstrução e alongamento ósseo na AACD. O CRM-BA é 18766, e o RQE é 11016.

Em Fortaleza, o Dr. Moacir Araripe graduou-se na UFC em 2004, especializou-se em ortopedia e traumatologia pela mesma universidade em 2009 e fez subespecialização em cirurgia do joelho na Universidade Claude Bernard Lyon I, na França, em 2011. O CRM-CE é 9511, e o RQE é 5311. Na mesma cidade, o Dr. Marcos Xerez atua com cirurgia do joelho, com CRM-CE 11273 e RQE 7723.

Em Campina Grande, o professor Giovannini Figueiredo é ortopedista e traumatologista com CRM-PB 4021 e RQE 1289, e o Dr. Fábio Gondim Nepomuceno trabalha com cirurgia do joelho e traumatologia esportiva, com CRM-PB 5429 e RQE 3061. Em Teresina, o Dr. Danilo Leite atua com artroscopia e cirurgia do joelho, com CRM-PI 4827 e RQE 2819.

Dia 1: o que fazer logo depois da lesão

Gelo por alguns minutos, elevação da perna, repouso relativo e imobilização improvisada se houver dor forte. Evite forçar o joelho para testar se está bom, porque movimentos bruscos podem aumentar a lesão do menisco. Se o joelho travou e não estica, procure atendimento no mesmo dia.

Anote como a lesão aconteceu. A descrição do mecanismo, como torção com o pé fixo ou agachamento profundo com carga, ajuda o ortopedista a prever quais estruturas foram atingidas. Essa informação orienta os exames e a conduta.

Primeira semana: diagnóstico

O ortopedista faz o exame físico, com testes que reproduzem a dor do menisco e checam os ligamentos, e pede radiografias e, se necessário, ressonância. O resultado do exame é importante, mas a decisão depende do conjunto. Muitos pacientes saem da primeira consulta com um plano de fisioterapia e reavaliação em poucas semanas, e isso é boa prática, não indecisão.

Semanas seguintes: tratamento inicial

Fisioterapia, fortalecimento da coxa, ajuste de atividades e controle de peso formam a base. A maioria das lesões degenerativas melhora nesse período. Lesões com travamento mecânico seguem outro caminho e tendem a ir direto para a artroscopia.

Nessa fase, os melhores ortopedistas de joelho do Brasil reavaliam o paciente com frequência, ajustam a carga dos exercícios e ficam atentos ao inchaço. Joelho que incha toda vez que o exercício aumenta indica que a articulação ainda não está pronta para o passo seguinte.

Cirurgia: o que esperar

A artroscopia é feita com pequenos cortes, uma câmera e instrumentos finos. O cirurgião inspeciona o joelho e decide se apara o fragmento rompido ou se sutura o menisco. O paciente costuma voltar para casa no mesmo dia, com orientação de gelo, elevação e exercícios simples.

Se houve sutura, o apoio e a dobra do joelho são limitados por algumas semanas. Se houve só aparamento, o paciente anda mais cedo e retoma a vida normal com mais rapidez. A diferença deve ser explicada antes da cirurgia, porque muda o planejamento do trabalho e da reabilitação.

Meses seguintes: retorno às atividades

A reabilitação avança do fortalecimento para a corrida e depois para os esportes com giro e contato. O retorno é liberado por testes, e não por calendário. Quem volta antes da hora arrisca nova lesão e perda do que a cirurgia conquistou.

O acompanhamento tem de continuar mesmo depois da alta, principalmente em pacientes com joelho desgastado. O fortalecimento mantido e o peso controlado são o que protege a articulação a longo prazo.

Como escolher entre os nomes da lista

Para o leitor do interior paulista, os nomes do Nordeste ficam longe, e o mais sensato é começar pelo especialista da região, usando a lista como parâmetro de qualidade. Confira o RQE, o título da SBCJ e a rotina de cirurgia de joelho do médico local. Se ele cumprir esses critérios, a viagem pode ser desnecessária.

Quando a viagem faz sentido, combine tudo antes: exames, acompanhante, retorno e reabilitação na cidade de origem. Confirme o convênio com antecedência e use a página da equipe para saber quem atende cada plano, como faz quem marca uma consulta com ortopedista de joelho em Goiânia e checa a cobertura antes de viajar.

Menisco rompido em quem trabalha em pé ou agachado

Trabalhadores que passam o dia agachados ou carregando peso têm risco maior de lesão degenerativa do menisco, e muitas vezes continuam trabalhando com dor por falta de alternativa. Nesses casos, a conversa com o ortopedista deve incluir a rotina de trabalho, a possibilidade de afastamento e a de readaptação de função durante o tratamento.

Um relatório médico claro, que descreva a lesão, o tratamento proposto e as restrições temporárias, facilita a vida do paciente com o empregador e com o INSS. Vale pedir esse documento ao cirurgião, e muitos consultórios o emitem sem custo adicional.

Também ajuda adaptar o dia a dia: alternar posturas, usar apoio ao levantar peso, fazer pausas e evitar agachamento profundo repetido. São mudanças simples que não substituem o tratamento, mas reduzem a carga sobre o menisco enquanto ele não é resolvido.

Dúvidas comuns sobre menisco

Quem tem menisco rompido pode andar e fazer atividades leves, desde que sem dor intensa e sem travamento. O esporte com giro deve ser evitado até a avaliação. O tratamento sem cirurgia é uma opção válida em muitos casos, e a decisão de operar deve ser tomada em conjunto, com informação clara sobre riscos e benefícios.

Mais sobre o tema: agachar no chão causa dor.

Por fim, nenhum cirurgião pode prometer que o joelho voltará ao que era antes da lesão. O que se espera é função, estabilidade e conforto, e é isso que a boa conduta busca preservar.

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