É comum atleta falar em confiança para jogar. Aliada ao ritmo de jogo, são frequentes “desculpas” quando o desempenho não é bom em uma partida.

Na manhã desta terça-feira, Doulgas, que fará sua estreia pelo São Paulo nesta quarta, contra a Ponte Preta, disse que ainda tem receio em dar “pique” (recuperou-se de uma pubalgia). Thiago Heleno, no Palmeiras, trabalha para voltar na semana que vem, diante do Paraná. O zagueiro, no fim do ano passado, fez cirurgia nos dois pés e ainda não atuou este ano. É mais um que precisará de confiança e ritmo de jogo.

Em alguns casos usado para encobrir uma má apresentação, em campo dá para sentir a diferença. Depois de grave lesão, que deixa o jogador por mais de três meses afastado, o retorno é lento. Em alguns movimentos, medo de voltar a sentir o antigo problema. Em outros casos, limitação física. Por fim, dificuldade em acompanhar o ritmo de quem está “voando” na temporada.

Douglas e Thiago Heleno são alguns exemplos, mas outros podem ser citados. Cada jogador reage de uma maneira, mas confiar no seu potencial é um caminho. Outro é se preparar bem fisicamente, além de abusar da manutenção nos primeiros dias. É preciso ter acompanhamento da preparação física e fisioterapia, sem receio de reclamar e dar feedback.

[author] [author_image timthumb=’on’]http://www.guairanews.com/wp-content/uploads/2012/03/Saraceni.jpg[/author_image] [author_info]GABRIEL SARACENI – Bacharel em Esporte pela USP desde 2005, tem 29 anos e se formou também em Jornalismo em julho de 2010, pela UNIP. Neste espaço, vai abordar temas relacionados à ciência das modalidades, como tipos de treinamento, preparação física, nutrição, fisiologia e suas ramificações. Um pouco de teoria sobre o esporte não faz mal a ninguém. Twitter: @gabrielsaraceni[/author_info] [/author]

fonte: Raio X do Esporte