Acidentes caem 11,3% no feriado de Corpus Christi deste ano

O índice de acidentes nas estradas paulistas caiu 11,3% neste feriado de Corpus Christi em comparação ao feriado do ano anterior. Foi registrada uma redução de 1,15% para 1,02%, de uma operação para outra. Estatísticas se referem às estradas do estado de São Paulo
Acidentes caem 11,3% no feriado de Corpus Christi deste ano

Acidentes caem 11,3% no feriado de Corpus Christi deste anoEstatísticas se referem às estradas do estado de São Paulo

O índice de acidentes nas estradas paulistas caiu 11,3% neste feriado de Corpus Christi em comparação ao feriado do ano anterior. Foi registrada uma redução de 1,15% para 1,02%, de uma operação para outra. O índice de feridos em acidentes (IF) também demonstrou queda de 27,1% de um ano para outro. Em 2011 o IF registrado foi de 63,52, neste ano o índice foi de 46,33. O índice de vítimas fatais (IM) registrado nesta operação foi de 4,12.

A rodovia que registrou o maior movimento durante o feriado foi a Raposo Tavares (SP-270). No período o Departamento de Estradas de Rodagem registrou movimento de 661.217 no trecho entre São Paulo e Cotia.

Sobre os Índices de Acidentes

Para esclarecer melhor, o índice de acidentes não é o número absoluto de acidentes nas estradas. Ele é calculado levando-se em consideração, além dos dados quantitativos, a extensão das rodovias, o volume diário médio de veículos nas estradas e o período analisado. Essa metodologia, que começou a ser discutida no Brasil na década de 1970, é necessária para que haja uma comparação tecnicamente correta, já que há vários fatores que determinam se o final de semana foi mais ou menos violento.

Os primeiros estudos para uma metodologia que pudesse efetivamente comparar os resultados de acidentes, baseando-se em quilômetros rodados, veículos em trânsito e acidentes, começaram em 1940 nos Estados Unidos e Europa. Em 1956, os estados americanos de Dakota do Sul, Virgínia e Texas  começaram a usar esse tipo de índice. Internacionalmente, o índice é conhecido como “Accident rate method”.  Além dos Estados Unidos, outros países como Áustria,  Dinamarca, França e Alemanha adotam índices semelhantes.  No Brasil, a metodologia começou a ser discutida em 1974. Desde 2005, o Departamento de Estrada e Rodagem vem aprimorando o índice, inclusive com a ampliação e melhoramento dos equipamentos de contagem de veículos, possibilitando a divulgação precisa nos últimos anos.

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