Deagua promove obras para evitar falta d’água

O começo de 2014 foi extremamente seco. A falta de chuvas começa refletir no volume de água do Ribeirão do Jardim, manancial que fornece a maior parte da água servida à população de Guaíra. O nível do córrego baixou muito e a Estação de Tratamento Manoel Joaquim de Almeida (ETA) não está conseguindo captar água para o tratamento

ribeirao jardim maquina

Obra emergencial deve interromper fornecimento num período de 6 a 8 horas.

O começo de 2014 foi extremamente seco. A falta de chuvas começa refletir no volume de água do Ribeirão do Jardim, manancial que fornece a maior parte da água servida à população de Guaíra.  O nível do córrego baixou muito e a Estação de Tratamento Manoel Joaquim de Almeida (ETA) não está conseguindo captar água para o tratamento.

Para amenizar o problema com a falta de água o Deagua já começou a executar uma obra de emergência que é o aprofundamento do canal que liga a captação da ETA ao Ribeirão do Jardim na tentativa de aumentar o volume que chega até a bomba da estação.

O departamento também já acionou o DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica – órgão do governo Estadual responsável pela regulação da captação e uso de água. O órgão deve averiguar toda a bacia do Ribeirão do Jardim proibindo qualquer uso que não seja para consumo humano, para que todo o volume do Ribeirão seja destinado para a captação do Deagua, que tem prioridade absoluta nos casos de escassez no manancial.

O Diretor da autarquia, José Getúlio de Oliveira conclamou a população a fazer economia porque a maior parte da cidade é abastecida pelo Ribeirão do Jardim. O único setor que que não tem nenhuma parcela do abastecimento ligado ao córrego é a região do Aniceto.

Neste ponto a direção do Deagua lamenta a ação a Câmara em bloquear o reajuste das contas em fevereiro deste ano. Com mais receita o departamento poderia ter executado obras e colocado para funcionar a caixa d`água do bairro Jardim Eliza, o que equalizaria a falta de água no bairro e também na Cohab 2, que devem ser os bairros mais afetados com a falta de água.

OBRA DE EMERGÊNCIA

O Deagua já alugou uma máquina e deverá aprofundar mais o canal, uma tarefa que deve demorar pelo menos oito horas.  Isso porque além de aprofundar o canal é preciso esperar que a água clareie, uma vez que revolvendo o fundo da valeta a sujeira sobe e com grande volume de partículas a ETA não tem capacidade para tratar a água que passa pelo canal.

FALTA DE ÁGUA

Com exceção dos bairros na região do Aniceto, todos os setores da cidade, de alguma forma devem sentir a falta de água. Isso ocorre porque os sistemas de distribuição de água da maior parte de Guaíra é integrada, conjugando água que vem da ETA e também dos poços artesianos, assim de forma mais rápida, mais ou menos acentuada, todos os bairros devem sentir a falta de água.

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