Na GL events, multinacional francesa do setor de eventos, a Copa do Mundo é sempre motivo de celebração e integração entre os colaboradores e diferentes culturas.

Afinal, o grupo conta com profissionais de diversos países. Por lá, brasileiros, franceses, eslovenos, uruguaio e argentino torcem pacificamente lado a lado.

O momento de maior rivalidade se dá na disputa do bolão, organizado pelo gestor do Departamento Pessoal, Alex Ferraz, de 51 anos e há seis na companhia. “É uma grande brincadeira que envolve desde o operacional até a diretoria, pessoas que amam futebol e também os que não entendem absolutamente nada, mas querem fazer parte da diversão”, conta ele.

Para que todos possam curtir a Copa, 12 TVs foram colocadas em pontos estratégicos dos escritórios do Rio de Janeiro, São Paulo e Londrina, e passam todos os jogos do mundial diariamente, com o volume bem baixinho para não atrapalhar o trabalho.

Mas é claro que em dia de jogo do Brasil o esquema muda completamente: os funcionários podem escolher se querem assistir juntos na empresa ou em outro local. Os que optam por deixar o escritório, compensam depois com banco de horas. Já os que ficam, costumam ir de verde e amarelo e fazer lanches comunitários para o momento ficar ainda mais animado.

“Conseguimos viver o clima da Copa, com alegria e animação sem impactar no desenvolvimento do trabalho. Percebemos, inclusive, que ações como essa fazem com que os colaboradores fiquem cada dia mais envolvidos com a empresa e seus projetos”, destaca Lana Salles, diretora de Recursos Humanos da GL events no Brasil.

A multinacional brasileira Valid também montou um esquema especial para os funcionários de suas fábricas no Caju (RJ), Sorocaba (SP) e São Bernardo do Campo (SP) durante a Copa. Para entrar ainda mais no clima da torcida, os colaboradores foram liberados a usar camisas verdes e amarelas para acompanhar a transmissão dos jogos do Brasil em telões.

E o lanche será especial: a companhia vai distribuir pipoca, cachorro quente e refrigerante. As equipes dos escritórios no Rio de Janeiro de São Paulo são liberadas a escolher se querem assistir aos jogos na empresa ou em outro local.

“Entendemos a paixão do brasileiro pelo futebol e procuramos conciliar a torcida com a necessidade da empresa, que não permite ausência completa em função dos compromissos com os clientes, o que no fim permite explorar o momento para integrar equipes”, pontua Patricia Piñeiro, diretora de RH da Valid.

Nas duas fábricas da Limppano, empresa especialista em limpeza e com atuação nacional, os colaboradores assistirão aos jogos da Seleção em televisões instaladas nos refeitórios e em alguns setores.

Pipoqueiros estarão a postos nas plantas da Pavuna, no Rio, e em Queimados, na Baixada Fluminense, onde trabalham cerca de 750 funcionários. A Limppano decorou os espaços com bandeirinhas e também vai distribuir suco e refrigerante durante os jogos.