Itália. Terra das massas, dos molhos e dos grandes mestres da pintura. Quem pensa que o famoso país em formato de bota é conhecido apenas por esses pontos está muito enganados. Sabe por quê?

Muitos bichinhos de estimação que temos em casa hoje são cães italianos, que tiveram suas origens lá na Europa e com o passar do tempo se tornaram grandes companheiros dos brasileiros. Quer saber quais são essas? Então, venha com a gente! 

Maltês

O Maltês é um cãozinho bem popular aqui no Brasil e, principalmente, muito querido pelas crianças. Seu pequeno porte e comportamento dócil, o fez uma das principais escolhas de quem mora em ambientes pequenos, mas, ainda assim, deseja ter um peludo em casa. 

Embora alguns historiadores afirmam que a origem do Maltês seja no Egito Antigo e outros que ele seja um cão asiático. Entretanto, como o próprio nome da raça já supões, dados comprovam que ele é originado de Malta, um país localizado no Sul da Europa, pertinho da Sicília. 

Pode não parecer, mas os primeiros exemplares dessa raça tão fofinha foram criados em portos, caçando ratos e camundongos. Após o século XV, a raça ganhou ares nobres e se tornou o cão de companhia que conhecemos hoje. 

Cane Corso

Ao contrário do Maltês, o Cane Corso já não é cão tão popular aqui no Brasil. No entanto, por todo o planeta a raça é muito famosa, principalmente por ser considerada uma das maiores do mundo. 

Uma das principais funções do Cane Corso na época em que ele surgiu, era ser defensor nas guerras do Império Romano, justamente por ser um cão de grande porte. Além disso, a raça também era bem útil na caça, na condução de gado e como protetor.

Mastim Napolitano 

Outro gigante de origem italiana é o Mastim Napolitano. Acredita-se, inclusive, que alguns cães desta raça foram sobreviventes da erupção do Vesúvio, porém, o mais provável é que ele tenha surgido no sul da Itália, próximo à Nápoles — e, por isso, o nome. 

Sua principal função na época era proteger seus tutores de ataque, já que sempre foi muito forte e veloz. Outras características do Mastim Napolitano que não mudou ao longo do tempo, foram o amor e a lealdade, carregadas com si desde sempre. 

O Mastim Napolitano era um cão, até então, que passava despercebido, mesmo com todo esse tamanho. Porém, durante uma exposição de cães, em 1946, o jornalista Piere Scanziana se surpreendeu e dedicou-se a divulgá-la pelo mundo. 

Vulpino Italiano 

Alguns cães de origem italiana já não tão conhecidos no resto do mundo. Inclusive, algumas espécies, infelizmente, já estão entrando quase em extinção. Um deles é conhecido como Vulpino, da família Spitz. 

Na Itália, eles são bem populares e, por isso, os centros de incubação oficiais do país estão trabalhando incansavelmente para recuperar a sua população. O Vulpino conquistou os italianos por serem cães brincalhões, ativos e extremamente fiéis à família. 

Lagotto Romagnolo

Pelo nome, já é possível perceber que estamos falando tipicamente de um cão italiano. No entanto, o Lagotto Romagnolo conta com um atrativo mais do especial: ele é considerado um cão da água!

Sim! Essa raça foi originada para serem caçadores aquáticos em pântanos e por terem a pelagem bem grossa, conseguem viver tranquilamente no inverno italiano. 

Ele é extremamente ativo, alerta e sempre está pronto para agir! Vale lembrar: a inteligência da raça também é consideravelmente acima das outras. 

Outras raças italianas 

Além dessas outras raças tiveram suas versões originadas na Itália, vinda do cruzamento de outras. São exemplos:

  • Braco Italiano; 
  • Galgo Italiano;
  • Bichon Bolonhês;
  • Pastor-Bergamasco;
  • Spinone Italiano;
  • Sabujo Italiano,
  • Pastor Maremano. 

E, assim, é possível perceber que em qualquer lugar do mundo, sempre houve e sempre haverá grandes e fiéis amigos de quatros patas.