Com o objetivo de acelerar a adoção do transporte sustentável no Brasil e na América Latina, a Gaia Electric Motors desenvolveu um veículo elétrico bastante inovador. O Gaia é uma alternativa para uma mobilidade limpa e acessível, podendo ser fabricado por aproximadamente metade do preço de um automóvel elétrico no País. Intermediário entre uma moto e um carro, possui três rodas e uma estrutura parcialmente aberta, oferecendo conforto e a segurança necessária para tráfego inclusive em rodovias.

“A Gaia quer ser protagonista de uma nova forma de mobilidade compartilhada no País. Estamos entrando em uma indústria que é bastante tradicionalista e cheia de paradigmas, o que vemos como uma grande oportunidade. Nosso plano é construir um negócio de R$1 bilhão em cinco anos, já que a indústria automotiva tem avançado lentamente sobre a geração jovem nas últimas décadas”, afirma Ivan Gorski, fundador e CEO da Gaia Electric Motors.

Projetado para ser mais leve do que os automóveis comuns, com traços futuristas, o Gaia aposta no público jovem que vem substituindo a posse de veículos por serviços compartilhados. O veículo não tem chave física, podendo ser desbloqueado pelo smartphone por quem possuir a chave digital de acesso. Além disso essa chave digital pode ser compartilhada por e-mail ou WhatsApp. Também é possível definir limites geográficos e tempo para o compartilhamento. Podendo ser usado por empresas para criar um serviço de transporte com carros elétricos.

O Gaia também não depende de infraestrutura de recarga urbana, podendo ser carregado em qualquer tomada comum. Com uma carga de oito horas, o veículo  tem autonomia para circular por aproximadamente 200km, com um custo médio de 8 reais, sendo 20 vezes mais eficiente do que a gasolina, por exemplo. Segundo dados mais recentes do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), os automóveis comuns de passeio foram responsáveis por quase 75% da emissão dos gases poluentes na atmosfera da cidade de São Paulo, o que os tornam principais causadores de complicações respiratórias na população.

Desde sua fundação, em 2018, a empresa já passou por duas rodadas de investimentos, atingindo valorização de R$10 milhões, em 18 meses. Para Ivan, o mercado está passando por uma transformação cultural promovida pelo avanço da tecnologia, e grandes transformações podem acontecer em um curto período de tempo, no qual muitas empresas tradicionais podem desaparecer. “Com a Gaia, tive o privilégio de idealizar e construir uma empresa brasileira super competitiva e de base tecnológica, promovendo a união de hardware e software em uma solução completa que irá promover a mobilidade sustentável. Contamos com um time internacional e muita tecnologia embarcada “, afirma.

Para consumidores interessados em adquirir o veículo, a empresa disponibilizou em seu site (www.gaiaelectric.com.br) um serviço de pré-reservas, capaz de garantir prioridade na fabricação mediante o pagamento uma taxa indenizável de R$300,00. Até o momento, mais de 100 pessoas já realizaram a pré-reserva do veículo.

Sobre a Gaia Electric Motors

Formada por acionistas e investidores brasileiros, a Gaia Electric Motors é uma empresa de tecnologia provedora de soluções para mobilidade elétrica. Com a participação de engenheiros e colaboradores do mundo todo, é a primeira empresa de capital e controle nacional a introduzir no País um veículo com um “chip” de internet integrado, além de aplicativo próprio de compartilhamento. A empresa foi avaliada em R$ 10 milhões em sua última rodada de investimentos em abril de 2019.

Sobre Ivan Gorski, CEO e fundador da Gaia

Ivan Gorski fez carreira em empresas de tecnologia como UOL, Yahoo! e LinkedIn. Estudou Artes e Comunicação, com MBA em Gestão de Negócios pela FGV. No Yahoo!, foi premiado pelo fundador, Jerry Yang, ao liderar a inclusão de usuários em lan houses. Atuou como gerente de Operações para América Latina no LinkedIn, de 2012 até 2018, na divisão de Publicidade, tendo visitado diversos países no mundo. Sua experiência reuniu profundos conhecimentos de concepção de produtos, programação e aplicação prática em negócios. Como gestor, trabalhou com o modelo cultural de empresas abertas de tecnologia, orientadas à inovação e sediadas no Vale do Silício.