É possível uma pessoa pegar COVID-19 duas vezes?

Cuidar da saúde do corpo e da mente é essencial para que as pessoas tenham vidas melhores e mais equilibrados, porém, ao longo do tempo diversos aspectos são capazes de testar esse controle.

Problemas no trabalho, na família e saúde financeira afeta a saúde física, mas momentos de crise, como a atual pandemia do coronavírus pode causar ainda mais transtornos emocionais.

Para que as pessoas consigam manter certa estabilidade é preciso cuidar de si, buscar informações seguras e tomar algumas atitudes para que a quarentena seja um período necessário sem muitos transtornos.

Diversas dúvidas e questionamentos surgem nesse momento, mais ainda por se tratar de uma doença nova e sem tantas respostas. Uma delas é se é possível se infectar mais de uma vez. Vamos falar mais sobre isso?

O que é o coronavírus?

O novo coronavírus é uma família de vírus que causa infecções respiratórias. O novo agente foi descoberto em 2019 após diversos casos registrados na China e foi denominado como Covid-19.

O coronavírus já é identificado desde 1937 e, em 1965 foi descrito com esse nome graças a seu perfil microscópio. Como os vírus são capazes de sofrer mutações, o novo coronavírus e suas forma de tratamento e combate ainda estão sendo estudadas.

Os sintomas do Covid-19, segundo a OMS, Organização Mundial de Saúde, envolvem febre, cansaço e tosse seca, além de falta de ar. Parte dos pacientes podem também apresentar congestão, nasal, coriza ou diarreia.

Além disso, existem os pacientes assintomáticos, que podem estar infectados pelo vírus, mas não apresentam sintomas.

É possível ter coronavírus duas vezes?

É alto o número de pessoas infectadas com o novo coronavírus pelo mundo e uma dúvida que surge diante de tantos casos é: é possível ter a doença mais de uma vez?

Existe a ideia de que, após o vírus passar por grande parte da população a sociedade adquire mais imunidade, deixando o vírus mais fraco e com menos possibilidades de contágio.

Cientificamente, chama-se “imunidade de rebanho”, quando um grande grupo desenvolve anticorpos suficientes para resistir a uma doença. Por se tratar de um vírus novo, a maior parte da população não tem imunidade a ele, tornando mais fácil a primeira contaminação.

Quanto à reinfecção, ainda não se sabe ao certo se ela é realmente possível. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), ainda não se tem informação sobre o tempo que uma pessoa doente pode infectar outra e é possível que o vírus fique por um grande período no corpo humano.

Após um corpo ser infectado, ele desenvolve anticorpos protetor da infecção, e é isso que acontece no caso das vacinas. Porém, assim como as gripes pode sofrer mutações, o Covid-19 também pode, o que pode tornar os indivíduos suscetíveis a uma nova infecção.

Ainda assim, os médicos dizem que a reinfecção se trata de um evento raríssimo e que está diretamente associado a outras alterações no sistema de defesa do corpo humano.

A preocupação com a reinfecção se deu, principalmente, após surgir um caso no Japão. A paciente foi tratada e liberada em fevereiro e, após quatro semanas, seus exames deram positivo para a presença do Covid-19.

Nesse contexto, os médicos explicam que pode ter acontecido uma infecção bifásica, ou seja, o vírus inicial ainda estava no corpo e causou um novo conjunto de sintomas, não sendo exatamente uma nova infecção vinda de um novo agente externo.

Como se prevenir do coronavírus?

Se ainda há muitas dúvidas sobre a reinfecção, tratamento e mutações do vírus, uma coisa é certa, a prevenção e o isolamento social é, nesse momento, a melhor defesa para doença.

A transmissão do novo coronavírus ocorre pelo contato com o vírus que é transportado por gotículas pela fala, tosse ou espirros de pessoas infectadas quando entram em contato com a mucosa dos olhos, nariz e boca de outro indivíduo.

Portanto, é essencial lavar as mãos frequentemente com água e sabão, higienizar superfícies, evitar tocar em olhos, nariz e boca, evitar o contato com outras pessoas, não compartilhar objetos, manter-se informado com fontes seguras sobre a doença e ter cuidados sem pânico, mantendo atenção à saúde mental.

E vale lembrar: problemas no trabalho, na família e saúde financeira afeta a saúde física, mas momentos de crise, como a atual pandemia do coronavírus pode causar ainda mais transtornos emocionais.

O coronavírus ainda é uma doença com muitas respostas a serem dadas e nada mais essencial do que seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Cuide-se nesse momento importante! 

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