São Paulo, abril de 2020 – A quarentena, medida incentivada pelos órgãos governamentais para conter o avanço do coronavírus no país, mudou os hábitos de consumo do brasileiro que tem olhado para alternativas de como comprar os itens essenciais sem sair de casa. E é exatamente essa a proposta do aplicativo Home Refill, uma plataforma online que serve para organizar o estoque de itens essenciais de supermercado. 

Houve um aumento exponencial do uso do aplicativo, principalmente após o aumento dos casos de coronavírus no Brasil. Foram feitos 4.6 mil pedidos em fevereiro, mais de 9 mil pedidos em março e a expectativa é triplicar o número de pedidos fechados no mês, chegando em a mais de 14 mil em abril.

A Home Refill negocia diretamente com a indústria, diminuindo o risco de desabastecimento, utilizando lojas apenas em casos excepcionais. Em decorrência do coronavírus ganhou em apenas 12 horas a mesma quantidade de clientes que costumava adquirir em uma semana.

“A projeção para o crescimento os próximos dois meses é de 200%. Com a crise, boa parte das famílias buscam maneiras de garantir um estoque mínimo controlado sem interação social, por isso, serviços digitais têm sido os mais procurados neste momento.

A proposta da HomeRefill é organizar o consumo essencial das pessoas, com cada um comprando o que realmente precisa e com todos tendo acesso aos itens de necessidade. Além de oferecer diversos benefícios ao usuário, como entrega em domicílio, comodidade, qualidade e redução de custos operacionais”, explica Guilherme Aere, CEO da Home Refill. 

O nome da empresa vem de “casa” e “reposição” em Inglês, justamente porque a plataforma funciona a partir de datas pré-programadas de reposição (refill). As entregas levam cerca de sete dias que é o tempo negociado entre a empresa e os fabricantes para que os produtos sejam produzidos diretamente para os clientes.

Consequentemente, um número menor de motoristas é necessário do que nos deliverys online convencionais por impulso (qualquer coisa a qualquer hora), que normalmente utilizam um motorista ou motociclista por pedido. “Esse aspecto de planejamento também pode ajudar drasticamente no critério de exposição de pessoas ao vírus”, complementa Aere.

A intenção é propor uma nova maneira de consumo para que todos os que precisam, através de uma atitude mais sustentável capaz de tornar a distribuição mais previsível e eficaz. “Todo mundo precisa de sabonete, por exemplo, mas poucas pessoas controlam e conhecem quantos sabonetes são necessários para cada quinzena ou mês. A ideia não é que tudo fique concentrado no refill, mas apenas o nível mínimo importante para o próximo ciclo de tempo dos produtos conforme a necessidade de cada família”, elucida o CEO da Home Refill. 

A ferramenta funciona da seguinte maneira: o usuário acessa a plataforma, faz o pedido do que é essencial para a casa, como uma compra convencional de supermercado online. A entrega demora sete dias, pois não sai de uma loja e sim direto dos fabricantes.

Num centro de logística, a grande parte da separação é feita de forma automatizada, sem contato humano e menor risco de contaminação dos produtos. Depois da primeira compra, o cliente escolhe quando seria o melhor momento ou período para receber novamente os itens comprados da primeira vez, daí o conceito de refill.

Os usuários podem escolher um dia fixo do mês ou uma semana e um dia específico da semana para as entregas e antes de cada refill (entrega) são avisados para que mudem o que for necessário, incluam, suspendam produtos, aumentem ou diminuam a quantidade, mantendo o estoque mínimo da casa sempre abastecido.  O pagamento é feito via cartão de crédito, Alelo ou por TED no aplicativo.

Sobre a Home Refill
Plataforma digital que traz facilidade para as compras mensais de maneira inteligente e econômica. Com 5 anos de experiência do mercado, a startup tem o objetivo em incentivar o consumidor a comprar apenas o que é necessário, facilitando a transformação do modelo de distribuição de produtos de primeira necessidade em sustentável, diminuindo o tamanho dos estoques industriais de lojas, desperdícios, exageros, perdas CO2 e demais recursos necessários da fabricação, embalagem e cadeia de transportes.