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Websérie: ‘Histórias da Grande Reserva Mata Atlântica’ exibe riquezas e curiosidades nunca contadas sobre o maior remanescente contínuo da floresta

 

Nesta semana em que se comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio), uma boa dica é conhecer em detalhes este que é um dos biomas mais importantes para o país e para o mundo. A websérie “Histórias da Grande Reserva Mata Atlântica”, produzida pela SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental) e pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, retrata o maior remanescente contínuo da floresta, uma área de 1,8 milhões de hectares que abrange 46 municípios nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Os 20 capítulos estão divididos em temporadas um e dois, com vídeos de 5 a 10 minutos de duração. Por meio de histórias de pessoas que vivem o dia a dia da floresta, como moradores, trabalhadores e pesquisadores, os episódios retratam a riqueza ambiental, histórica, cultural e arquitetônica da região, além de oportunidades de negócios baseados na conservação do bioma..

A iniciativa integra o movimento Grande Reserva Mata Atlântica, que busca resgatar e fortalecer os principais atrativos turísticos, culturais, de lazer, gastronômicos e naturais da região para garantir o desenvolvimento de cidades e comunidades situadas no bioma. Criado em meados de 2018, a iniciativa reúne cerca de 90 membros, entre empreendedores, instituições públicas, organizações da sociedade civil e indivíduos, em 46 municípios catarinenses, paranaenses e paulistas. “Com o movimento, buscamos unir atores de diferentes setores para fortalecer a região e aquecer a economia local, sempre aliando o desenvolvimento com o meio ambiente bem cuidado e protegido, que é o principal ativo da região”, afirma a coordenadora de Áreas Protegidas da Fundação Grupo Boticário, Marion Silva.

A primeira temporada da websérie destaca a importância da Grande Reserva (também chamada de Mini Amazônia), sua fauna, a rica vegetação, as pessoas que encontram nela um refúgio e um modo de subsistência. Os episódios retratam a região de Guaraqueçaba (PR) e a cultura do Fandango; as toninhas de Babitonga (SC); os muriquis de Carlos Botelho (SP); a Reserva Natural de Salto Morato (PR); o papagaio-de-cara-roxa; o Pontal do Paraná; e áreas que foram recuperadas na Reserva Natural Guaricica (PR).

A segunda temporada exibe capítulos que retratam a relação da população local com espécies nativas como a onça-pintada, que faz parte do grupo de animais em risco de extinção no Brasil. Os episódios ainda apresentam as tradições culturais dos índios Guarani Mbyá, da aldeia Pindoty de Paranaguá (PR); o Legado das Águas (maior reserva privada da floresta), a Estação Ecológica de Jureia-Itatins e o Parque Estadual da Ilha do Cardoso, todos localizados no estado de São Paulo; além de curiosidades sobre a Ilha do Mel e da baía de Guaratuba, no Paraná.

Sobre a Fundação Grupo Boticário: Com 30 anos de história, a Fundação Grupo Boticário é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para proteger a natureza brasileira. A instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e em políticas públicas e apoia ações que aproximem diferentes atores e mecanismos em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Já investiu cerca de R$ 80 milhões em mais de 1.600 iniciativas em todo o País. Protege duas áreas de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil –, somando 11 mil hectares. Com mais de 1,2 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A Fundação é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial.