Cores, estampas e formas lúdicas ajudam a conscientizar crianças sobre uso de máscaras

Segundo psicóloga, pais devem promover diálogo claro, objetivo e com linguagem que os filhos consigam compreender

A pandemia de Covid-19 impôs mudanças consideráveis na rotina das pessoas, especialmente em relação à higiene e a outras necessárias medidas de prevenção. Além de lavar as mãos de maneira correta e manter o distanciamento físico, outra recomendação importante é a utilização de máscaras. Para quem tem filhos pequenos, o desafio é convencê-los da necessidade do uso da proteção – sem, no entanto, causar medos ou traumas.

A psicóloga Daiane Daumichen Antiório explica que, para que a criança compreenda a importância de qualquer ação que precisa fazer, é fundamental que essa ação faça sentido para ela. “Por isso, deve existir um diálogo com a criança de forma clara, objetiva e em uma linguagem que ela seja capaz de captar”, comenta Daiane. “Usar cores, estampas e formas lúdicas é uma forma de fazer a criança se interessar pelo assunto”.

Conforme a especialista, é fundamental que os pais falem sobre a doença de maneira leve, clara e objetiva, explicando como ela é transmitida e a importância de se usar as máscaras como medida de proteção. “Existem muitos vídeos lúdicos que auxiliarão na conversa”, diz Daiane. “Prepare-se a esclarecer todas as dúvidas dos pequenos, que com certeza serão muitas”.

Durante a conversa, mamães e papais precisam transmitir as informações com segurança, focando na saúde e na vida e sem demonstrar ou tentar incutir medo ou desespero. “Jamais explique dizendo, que se a criança não usar a máscara, vai contaminar e matar as pessoas e que o número de mortes já passa de tantos. Isso pode gerar sentimentos ruins, como o medo, angústia, culpa e muito estresse”, comenta Daiane.

Segundo ela, as crianças são mais obedientes do que os adultos e tendem a respeitar muito mais as regras. Porém, para que isso ocorra, é fundamental que entendam e assimilem os motivos. “Outro ponto importante é os adultos perceberem suas próprias atitudes, falas e comportamentos frente à utilização do acessório de segurança. Se a criança vê os pais reclamando ou usando a máscara de maneira errada, sem cuidado, ela irá repetir isso, mesmo com todo o diálogo realizado”, afirma a psicóloga. “Como em tudo na vida, a criança repete os modelos que ela vê.”

Alinhada a este cenário, para a Coleção Alto Verão 2021, as marcas Kyly e Milon, pertencentes ao Grupo Kyly, lançam a linha “Cuidado e Carinho”, com looks acompanhados de máscaras que combinam com as estampas. São 12 modelos diferentes, sendo cinco da marca Kyly e sete da Milon, para meninos e meninas, dos tamanhos 1 a 12.

As máscaras fazem parte das doações que o Grupo Kyly vem realizando desde o início da pandemia. Durante os meses de abril, maio e junho, foram doadas mais de 1 milhão de máscaras de proteção. Agora, priorizando a proteção e o bem-estar das crianças, o Grupo Kyly incluiu a máscara infantil como doação nos looks da Coleção Alto Verão 2021.

A preocupação e o cuidado com as crianças, aliás, estão presentes em todas as ações do Grupo Kyly. Para os catálogos de Alto Verão 2021, a empresa optou em não fazer novas sessões de fotos com crianças e sim utilizar recursos digitais para o tratamento das imagens já produzidas para a coleção anterior.

 


Sobre o Grupo Kyly

No mercado desde 1985, o Grupo Kyly produz confecções de alto valor agregado para os mais exigentes mercados. Hoje, a empresa conta com cerca de 2,1 mil colaboradores, sendo uma das indústrias de maior representatividade no segmento de vestuário infantil no país. Por ano, a indústria produz cerca de 18,3 milhões de peças de suas cinco marcas: Kyly, Nanai, Milon, Amora e Lemon. Além de 73 unidades próprias e franqueadas da marca Milon, as coleções das marcas do Grupo Kyly podem ser encontradas em 9 mil lojas multimarcas e no e-commerce.

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