USO DE PROTETOR SOLAR: UM ALIADO NA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PELE


A exposição à radiação ultravioleta tem efeitos terapêuticos e benéficos (por exemplo, a produção de vitamina D), mas pode prejudicar a pele, que já é exposta diariamente a agressões externas e internas.

A pele apresenta papel importante na proteção do corpo, atuando como barreira protetora, por isso, situações que potencializam a agressão, como eritema e queimaduras, devem ser evitadas para que não ocorram hiperpigmentação, envelhecimento, sensibilidade e neoplasias.

O Brasil é um dos países mais ensolarados do mundo e, coincidentemente, o câncer mais frequente é o de pele, considerado atualmente um grave problema de saúde pública. A exposição à radiação solar, cujos danos são cumulativos, é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de pele. Outros fatores, como pele clara, olhos e cabelos claros, propensão a queimaduras e sensibilidade solar também estão associados à doença.

A prevenção a problemas de pele, incluindo o câncer, é baseada na não exposição excessiva à luz solar, no uso roupas claras, com mangas e chapéu, e protetor solar. A exposição ao sol pode ocorrer moderadamente antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas.

Os protetores solares são muito eficazes e, no momento da escolha, deve-se atentar para a foto proteção contra raios UV-A e UV-B. Os protetores físicos protegem mais, pois refletem ou dissipam a radiação, sendo caracterizados pelos altos fatores de proteção solar. O tipo de pele também deve ser considerado e a reaplicação realizada sempre que necessário.

O ideal é procurar um profissional de saúde para orientações adequadas, promovendo, assim, a prevenção ou o diagnóstico precoce.

Gabriela Aparecida Mariano de Paula
Paloma Cristina Dianas da Silva
Curso de Farmácia
Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos- UNIFEB

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