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Senac Barretos

Cirurgia de prótese de quadril e joelho permite que os pacientes com artrose andem no dia seguinte após a cirurgia

A tecnologia e os cuidados com o paciente na medicina estão evoluindo cada vez mais para devolver a qualidade de vida das pessoas com artrose.

Cuidado multidisciplinar e os implantes de joelho e quadril de alta qualidade, criados para a população idosa permitem que pacientes acima de 65 anos, com dificuldade de mobilidade devido a artrose, fiquem de pé e caminhem já no dia seguinte após a cirurgia de artroplastia do joelho e do quadril.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que 70% a 80% da população com mais de 65 anos tem artrose ou problemas nas articulações relacionados a idade. Médicos ortopedistas informam que atualmente existem tratamentos que podem devolver a qualidade de vida destes pacientes.

“A artrose é uma doença degenerativa que afeta as cartilagens responsáveis por proteger os ossos nas articulações. Com o desgaste dessa proteção, o atrito entre os ossos é maior, fazendo a pessoa sentir dores e dificuldade para realizar movimentos específicos”, explica o médico ortopedista especialista em cirurgia do joelho e do quadril, Thiago Fuchs.

Outra característica de pacientes com artrose é dificuldade para realizar atividades simples do dia a dia, como caminhar, subir e descer escadas, se abaixar para pegar algum objeto no chão, calçar o sapato, entre outras situações provocadas pela dor e restrição de mobilidade no joelho e quadril.

Tratamentos

O médico ortopedista Rogério Fuchs, com mais de 35 anos de experiência em doenças do joelho, afirma que a medicina evoluiu muito no que diz respeito aos tratamentos para artrose. Entre eles, estão as infiltrações com ácido hialurônico e as próteses do joelho e do quadril.

“É possível sim tratar a artrose na melhor idade e retomar a qualidade de vida, e inclusive realizar exercício físico. O medo de uma cirurgia não deve andar na frente da vontade de viver mais e melhor”, afirma.

Caso de sucesso

Este é o caso da pedagoga Márcia Battistelli. Aos 62 anos, após conviver dez anos com uma artrose no joelho, ela passou pela cirurgia de prótese. “Andava de bengala, não conseguia mais viajar e acompanhar meus netos. Hoje faço academia todos os dias e até corro na esteira”, conta aliviada.