
Segundo o NHS, o serviço público britânico de saúde, mais da metade das crianças foram, avaliadas como “chatas para comer”.
Os nutricionistas falam sobre as melhores formas de gerenciar a seletividade alimentar e afirmam que é importante que os pais não se culpem a respeito.
A seguir, algumas dicas de como ajudar na alimentação das crianças inclusive com alternativas criativas, como dar os docinhos para crianças de forma equilibrada e divertida:
1. Deixe que eles escolham
Pode parecer surpreendente, mas permitir à criança escolher o que quer comer, na verdade, pode incentivá-la a experimentar novos alimentos. “Se a criança disser ‘não quero comer isso’, responder ‘tudo bem’ é uma postura muito mais útil”, explica ela.
À medida que a criança cresce, ela precisa tomar suas próprias decisões. Por isso, evitar reprimi-las pode ajudar.
2. Não rotule os alimentos como bons e ruins
Rotular diferentes alimentos como bons ou ruins, em última análise, pode prejudicar o relacionamento da criança com o que ela come. “Tente ser neutro”, orienta ela. “Evite dizer ‘se você comer isso, você terá uma recompensa ou uma punição’. Ambas podem ter efeito muito negativo para as crianças.”
3. Faça do prazer a prioridade
Tornar as refeições uma experiência mais agradável, além da comida em si, pode desviar a atenção do problema e incentivar a criança a comer. Isso também ajuda a fazer com que a criança deixe de associar a mesa a um lugar onde ela não quer estar.
“Pegue um livro, qualquer coisa que você possa fazer para que ela queira ficar à mesa”.
“Depois, você pode sempre dizer ‘agora, vamos colocar este livro de lado e comer nossa refeição’.”
4. Fique atento ao apetite
Quando uma criança atinge um ano de idade, seu crescimento pode começar a ser mais lento, o que talvez cause queda de apetite. Existem altos e baixos, da mesma forma que nós nem sempre temos o mesmo apetite todos os dias, o mesmo acontece com nossos filhos.
Se o seu filho for ativo e estiver crescendo, provavelmente ele está ingerindo alimentos suficientes. Mas, se você estiver preocupada com a alimentação limitada da criança ou achar que ele pode ter outras questões sensoriais, sempre vale a pena discutir o assunto com seu médico.
