Terapias integrativas crescem como aliadas no combate ao estresse e às dores crônicas

Nos últimos anos as terapias integrativas e complementares, também chamadas de TIC, passaram a ocupar um espaço significativo na rotina de muitos brasileiros que buscam equilíbrio físico e emocional através de métodos alternativos ou complementares à medicina tradicional.
O crescimento dessa tendência acontece pela busca constante por qualidade de vida entre brasileiros que vivem em realidades com alto níveis de estresse, seja por questões ligadas à economia nacional, educação, transporte, etc. Por conta desses motivos, muitas pessoas são levadas à busca de técnicas que vão além do consumo de drogas legalizadas e que oferecem caminhos naturais de melhora de qualidade de vida.
O que são terapias integrativas e complementares?
Terapias integrativas e complementares podem ser descritas como práticas que englobam abordagens naturais, energéticas e manuais para promover saúde e equilíbrio entre mente e corpo. Esse tipo de terapias não substitui os tratamentos médicos tradicionais à base de remédios, seu objetivo é funcionar como complemento às terapias tradicionais para fazer com que o indivíduo tenha uma sensação de bem-estar aprimorada, ajudando no quadro geral de recuperação.
Entre as práticas mais conhecidas de terapias integrativas e complementares podemos citar a acupuntura, meditação, reiki, aromaterapia, fitoterapia, yoga, massoterapia, homeopatia, auriculoterapia, reflexologia, cromoterapia entre outras.
No Brasil, diversas dessas terapias fazem parte do programa Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) que podem ser acessadas de forma gratuita através do SUS.
Como funcionam essas terapias
Embora técnicas diferentes tenham abordagens e finalidades diferentes, todas acabam convergindo para o mesmo propósito, que é promover o equilíbrio e o bem-estar. Como exemplo, podemos mencionar a acupuntura, ao estimular com agulhas determinados pontos no corpo é possível promover melhor circulação sanguíneas, relaxar dores musculares, aliviar dores de cabeça e até ajustar o foco.
A fitoterapia, por outro lado, utiliza plantas para tratamentos de condições como má digestão, insônia, inflamações, dores articulares e musculares, utilizando infusões, chás e emplastros.
Terapias manuais, como massagem e reflexologia, focam no estímulo muscular para aliviar pontos de tensão, aumentar a mobilidade e promover relaxamentos.
Outras práticas de terapias integrativas e complementares como a aromaterapia buscam promover os mesmos casos de bem-estar através da inalação ou absorção cutânea de óleos naturais de plantas.
O grande diferencial das abordagens integrativas e complementares está no tratamento sistemático, em vez de tratar apenas sintomas isolados. As terapias integrativas buscam compreender hábitos, emoções, estilo de vida e fatores ambientais para promover métodos de tratamento que interligam e equilibram estes diversos fatores.
