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Saúde mental: como hobbies podem melhorar a qualidade de vida em 2026

Arte, música, esporte e contato com a natureza surgem como aliados do bem-estar emocional, segundo especialista

Saúde mental: como hobbies podem melhorar a qualidade de vida em 2026

Em um cenário onde a saúde mental ganha cada vez mais destaque, a busca por métodos complementares e acessíveis para promover o bem-estar tem impulsionado a valorização de práticas que, antes, eram vistas apenas como hobbies. Longe de substituir as abordagens terapêuticas tradicionais, a arte, a música, o esporte e o contato com a natureza surgem como ferramentas de apoio para questões emocionais.

Seja por meio da expressão em uma tela, da melodia de uma canção, da descarga de energia em uma atividade física ou da serenidade de uma caminhada em um parque, essas práticas oferecem caminhos alternativos para a autoconexão e o alívio do estresse, provando que o cuidado com a mente pode florescer em diversos ambientes.

De acordo com a professora do curso de Psicologia da Estácio, Carol França, a expressão artística permite que sentimentos e pensamentos difíceis de verbalizar sejam colocados para fora de forma simbólica e criativa, atuando como um canal de autoconhecimento. Essa prática favorece a elaboração de emoções, proporciona alívio emocional, estimula a criatividade e reforça a autoestima.

A psicóloga destaca que essas atividades podem ser utilizadas isoladamente como recursos de autocuidado e promoção da qualidade de vida, oferecendo bem-estar e redução do estresse. No entanto, quando integradas a um processo terapêutico formal, tendem a potencializar os resultados, pois são orientadas dentro de um contexto clínico adequado.

“Essas ferramentas são especialmente benéficas em situações de estresse, ansiedade, depressão leve, luto, dificuldades de autoestima, sobrecarga emocional e em processos de reabilitação. Também podem ser úteis para melhorar habilidades sociais, estimular a motivação, favorecer a resiliência e ampliar o bem-estar em contextos preventivos de saúde mental”, explica Carol França.

A especialista ressalta ainda que não é necessário talento ou habilidade para praticar essas atividades. “O foco não está na performance ou no resultado estético, mas na vivência, na expressão e no processo. São práticas acessíveis a todos, justamente porque valorizam a espontaneidade, o prazer e o bem-estar”, completa.

Iniciar 2026 experimentando novos hobbies pode ser uma maneira eficaz de cultivar o bem-estar emocional e ampliar a qualidade de vida. Seja redescobrindo uma paixão antiga ou se permitindo experimentar algo novo, como pintar, aprender um instrumento ou praticar ioga, pequenas escolhas podem gerar transformações significativas no dia a dia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Estácio / Approach Comunicação