Levantamento inédito da Sterilair mapeia os estados brasileiros com maior índice de pesquisas online sobre rinite entre maio de 2025 e abril de 2026

Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) indicam que aproximadamente 30% da população enfrenta algum problema relacionado às alergias respiratórias.
Essas doenças crônicas afetam milhões de brasileiros e costumam ser agravadas por fatores ambientais, como poluição atmosférica, mudanças bruscas de temperatura, baixa umidade do ar e excesso de umidade dentro dos ambientes.
Entre elas, a rinite alérgica se destaca por sua alta prevalência e pelo impacto direto na qualidade do sono, na produtividade e no bem-estar diário.
Interesse por prevenção e qualidade do ar impulsiona buscas sobre rinite
Diante desse cenário, cresce também o interesse da população por informações sobre prevenção, sintomas e formas de controlar os gatilhos das crises.
A busca por soluções para melhorar a qualidade do ar dentro de casa, por exemplo, tornou-se cada vez mais comum, especialmente em regiões sujeitas a condições climáticas que favorecem problemas respiratórios.
Um estudo realizado pela Sterilair, líder na fabricação de purificador de ar, com base em buscas no Google Brasil pelo termo “rinite” proporcional a 100 mil habitantes durante o período entre maio de 2025 e abril de 2026, revelou quais são os estados brasileiros que mais realizam pesquisas pela doença. Os dados tratam-se apenas de buscas online e não refletem, necessariamente, quaisquer comportamentos adjacentes.
O levantamento aponta o Distrito Federal como líder do interesse online pelo tema, seguido por Amapá e São Paulo. Entre os dez estados com maior volume proporcional de buscas também aparecem representantes das regiões Sul, Norte, Nordeste e Sudeste, como Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Amazonas, Rio de Janeiro, Sergipe e Ceará.
Distrito Federal lidera buscas por rinite e reflete impacto da seca prolongada
O Distrito Federal ocupa a primeira posição no ranking nacional de buscas proporcionais sobre rinite. O resultado acompanha uma característica marcante da região: os longos períodos de estiagem e os baixos índices de umidade do ar registrados principalmente entre o outono e o inverno.
Nessas condições, a mucosa nasal tende a ficar mais ressecada e sensível, favorecendo o surgimento ou o agravamento dos sintomas de rinite alérgica. Além disso, a combinação entre ar seco, acúmulo de poeira e poluição atmosférica intensifica o desconforto respiratório e aumenta a procura por informações sobre prevenção e tratamento.
O resultado do estudo sugere uma preocupação crescente da população com os impactos da qualidade do ar na saúde, especialmente em uma das regiões brasileiras mais afetadas pela baixa umidade.
Amapá mostra que excesso de umidade também favorece alergias respiratórias
Na segunda colocação aparece o Amapá, evidenciando que os desafios respiratórios não estão associados apenas aos ambientes secos. No estado, o período conhecido como inverno amazônico, marcado pelo aumento das chuvas entre dezembro e maio, cria condições favoráveis para a proliferação de fungos e mofo dentro das residências.
Esses agentes estão entre os principais desencadeadores das crises alérgicas e ajudam a explicar o elevado interesse pelo tema na região.
Poluição urbana e inverno rigoroso ajudam a explicar interesse pela rinite em outras regiões
Além dos dois primeiros colocados, o ranking reúne regiões com características ambientais bastante distintas, mas que compartilham fatores associados ao agravamento das alergias respiratórias.
Em estados altamente urbanizados, como São Paulo e Rio de Janeiro, a poluição atmosférica, o tráfego intenso e a grande concentração populacional contribuem para o aumento dos sintomas respiratórios.
Já na região Sul, a presença simultânea de Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina entre os dez estados com maior volume proporcional de buscas evidencia a influência das baixas temperaturas.
Durante o inverno, o ar frio e seco irrita as vias respiratórias e favorece crises de rinite. Além disso, o hábito de manter janelas fechadas por mais tempo aumenta o contato com alérgenos domésticos, como poeira, mofo e ácaros.
Purificador de ar para rinite: saiba como reduzir as crises de rinite em ambientes fechados
Ácaros da poeira, fungos, pelos de animais, fumaça de cigarro e odores químicos estão entre os principais responsáveis pela rinite.
Por isso, o controle dos alérgenos domésticos é uma das principais estratégias para minimizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida de quem convive com a condição. Alguns hábitos simples podem ajudar a diminuir a presença desses agentes dentro de casa:
- Manter os ambientes ventilados para favorecer a renovação do ar;
- Higienizar colchões, travesseiros, roupas de cama e cortinas regularmente;
- Controlar a umidade para evitar o surgimento de mofo;
- Limpar filtros de ar-condicionado com frequência;
- Evitar fumaça de cigarro em ambientes internos;
- Dar preferência a produtos de limpeza com menos fragrâncias e compostos irritantes;
- Evitar mudanças bruscas de temperatura sempre que possível.
Além dessas medidas, o uso de purificador de ar pode contribuir para o controle da qualidade do ar em ambientes fechados. Esses aparelhos são desenvolvidos para reter partículas suspensas no ambiente, incluindo poeira, pólen, pelos de animais e outros alérgenos frequentemente associados às crises respiratórias.
