Alternativa para transportar as compras – relato de um consumidor espirituoso


“Na noite de 04 de Abril de 2012, por volta das 21h, parei na loja do Supermercado Extra situada a Av. do Cursino, 90 para uma compra rápida. Como foi uma compra imprevista, eu não estava portando nada que pudese usar para carregar minhas compras. Solicitei a caixa algumas sacolas e ela solicitamente me informou que no posto de trabalho dela não havia nenhuma disponível e pediu para que eu falasse com a gerente da loja, que estava em outro caixa.

Me dirigi até esta senhora (infelizmente não observei seu nome nesse momento. tentei ligar no 5062-8817 as 21h40 do mesmo dia mas não fui atendida) e solicitei novamente as sacolinhas. Ela me informou que o supermercado Extra não fornece mais sacolas plásticas gratuitamente. Questionei qual o número da lei e ela corretamente me respondeu que não era uma lei e sim um acordo entre alguns varejistas e a prefeitura de São Paulo. Lembrando do que dispõe o PROCOM-SP sobre o assunto (veja aqui) disse à ela que aceitaria outro tipo de saco, sacola ou caixa. Infelizmente ela estava muito ocupada e me disse que não iria parar o que estava fazendo (não que esperasse ou que procurasse auxilio com outro funcionário) e que eu podia “me virar”. Fiz literalmente isso e vi apenas carrinhos, daqueles de uso interno. Como era a única opção, coloquei minhas compras dentro deles e vim para casa.

E aqui começa a minha reclamação. Infelizmente as calçadas de nossa cidade não são tão planas quanto o chão dos supermercados da rede Extra, portanto o carrinho trepida e faz muito barulho, se tornando uma alternativa incomoda. Também tive a impressão que a rodinha dele se desgasta muito rápido, quase não consigo chegar em minha casa, a apenas 300 metros de distância. Além disso, diferente das sacolinhas não é prático guarda-los em casa, ainda mais quando se mora em apartamento.

Por isso, apesar de muito grata pela alternativa que me foi dada, gostaria de pedir a rede de supermercados Extra que fornecesse carrinhos mais adequados à terrenos acidentados e se possível, dobráveis.”

Via Reclame Aqui.

fonte: Thiago Pena

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