VANDALISMO EM GUAÍRA CUSTA MUITO CARO PARA O CONTRIBUINTE

Com conserto e reposições de materiais roubados ou destruídos a Prefeitura gasta mais de R$ 20 mil por mês

O vandalismo e os furtos aos próprios públicos, prédios, praças, quadras e entre outros parque Maracá, custam muito caro para a municipalidade, em consequência para os contribuintes, em resumo para todos os moradores da cidade. O gasto estimado somente com o conserto e troca de equipamentos danificados por vandalismo ou furto, passa dos R$ 20 mil por mês.

De acordo com o Chefe de Manutenção de Próprios Públicos, Renato Ribeiro Fontoura a equipe de manutenção da Prefeitura trabalha, praticamente, quase toda sua jornada executando serviços de reparos aos danos oriundos de depredação e ações criminosas.

Enumerando os casos pontuais, podem ser citados o furto de cabos das quadras de tênis, basquete e futsal no parque (em frente ao Hotel do Lago). Roubos que ocorreram duas vezes no ano passado e mais uma em 2018. Nesta última o dano foi grave, com brutalidade e correndo risco de ser eletrocutado, o ladrão arrancou os fios da caixa de força provocando curto no cabeamento subterrâneo o que demandará a troca dos conduites e fios, da quadra até o poste passando por um bom pedaço do parque, sob raízes de árvores até o outro lado da rua há cerca de 100 metros de distância. Obra demandará um prazo e gastos consideráveis.

Outro ponto do parque vítima frequente dos vândalos e ladrões são os quiosques, em frente o Hotel Enseada, depois de mais de um roubo a Prefeitura teve modificar toda a estrutura subterrânea para proteger o cabeamento e luzes instaladas no chão.

Nem mesmo os robustos bebedouros “anti-vandalismo” suportaram a voracidade da depredação. O bebedouro instalado nas proximidades da Prefeitura foi arrancado da base e teve o encanamento deteriorado. A equipe de manutenção já recuperou o equipamento muito usado pelos usuários do Parque Maracá.

As quadras de vôlei do Complexo Esportivo Ricardo Graner Lelis teve seu sistema elétrico danificado por várias vezes, acarretando queima de várias lâmpadas, prejudicando os praticantes de esportes e gastos elevados para a troca.

Por vezes a população reclamou por falta de iluminação na praça Toshimiti Nomura (praça do Aniceto), no entanto o que os reclamantes desconhecem é que somente no ano de 2017, todo sistema de cabos da praça foi furtado por duas vezes.

A iluminação externa da Casa de Cultura Professor João Augusto de Mello foi alvo de ladrões, também, por mais de uma vez.

Nem mesmo o recém reformado Complexo Esportivo Ramize Elias ficou incólume. Vândalos atearam fogo na caixa do hidrante, roubaram os fios dos pára-raios e o padrão de energia da casa anexa à quadra, que é utilizada pela Lyra Musical como seu QG.

A este se somam as quebras de vidros, como ocorreu no consultório dentário da USF José Adalberto Léllis Garcia, no bairro Tonico Garcia. E, praça da Vila Aparecida onde um curto circuito causado por ações criminosas provocaram a queima de 38 lâmpadas e 38 reatores, num custo elevadíssimo para a municipalidade.

Até os brinquedos de parques infantis são atingidos. Somente este ano a Prefeitura trocou duas vezes os cabos de aço que compõem os elementos do playground.

“O dinheiro e o tempo gastos para consertar o que foi propositalmente depredado fazem falta para o investimento em melhorias. Se não tivessem que consertar os equipamentos destruídos por vândalos e ladrões, os servidores da Prefeitura, poderiam fazer manutenções preventivas, melhorando o aspecto visual e a qualidade dos serviços prestados nos prédios públicos”, esclarece o prefeito, José Eduardo Coscrato Lelis, que conclama a população quando perceber atos de depredação que denuncie acionando a GCM pelo 199.

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