Agosto de 2018 – Os linfomas compreendem mais de 100 cânceres diferentes que afetam o sistema imunológico. De forma geral, ele pode se dividir em linfoma de Hodgkin (LH) e linfomas não-Hodgkin (LNH), que por sua vez possuem outros subtipos.

O linfoma de Hodgkin afeta igualmente dois grupos populacionais: pacientes ao redor dos 20 anos e entre 50 e 60 anos. Já o LNH é o tipo mais incidente na infância e faz cerca de 10.180 novos casos por ano, de acordo com dados do Instituto Nacional de câncer (INCA).

Em ambos os tipos, os gânglios do sistema linfático são prejudicados, dificultando o combate às infecções, porém a maior diferença entre eles são as características das células cancerígenas. Apenas com uma biópsia e análise das células que é possível determinar qual o estágio e tipo do linfoma.

Ainda não há uma causa esclarecida para grande parte deles. Alguns são associados a infecções virais ou imunossupressão. Segundo o Dr. Bernardo Garincochea, oncologista e hematologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – unidade de São Paulo do Grupo Oncoclínicas, apesar do desconhecimento do que causa a neoplasia, a detecção precoce da doença é fundamental para o tratamento rápido.

O tumor costuma se desenvolver nas ínguas que se encontram nas axilas, na virilha e/ou no pescoço, por isso, um dos principais sintomas é o aumento destes gânglios linfáticos. Além disso, pode ocorrer dor abdominal, perda de peso, fadiga, coceira no corpo, febre.

O tratamento mais indicado vai depender de cada subtipo específico, mas usualmente consiste em quimioterapia, radioterapia ou a combinação de ambas as técnicas. Em certos casos, as terapias alvo-moleculares, que atacam uma molécula da superfície do linfócito doente, podem ser indicadas.

“Linfomas estão entre os cânceres humanos com maior desenvolvido em medicamentos novos. Drogas-alvo que funcionam como mísseis teleguiados são promessa de substituir a quimioterapia em um futuro muito próximo, incluindo aí drogas orais”, finaliza o especializa.

A boa notícia é o fato dos linfomas terem alto potencial curativo e as chances de remissão em pacientes com linfomas de Hodgkin chega a superar 80% dos casos quando o diagnóstico acontece ainda no estágio inicial, enquanto os não-Hodgkin de baixo-grau (não agressivos) têm altas taxas de sobrevida, superando a marca de 10 anos.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas.

Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação.

A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos.

Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas
Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 10 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 43 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 400 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes. O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.