Viajar para o continente europeu é um sonho muito comum entre jovens e adultos das mais diferentes idades. Não por acaso este é um dos continentes mais visitados por turistas. E, embora seja um destino repleto de atrações, inclusive, históricas, nem sempre é uma viagem barata. 

Mas, então, o que fazer? Deixar o sonho de visitar a Europa de lado? Nada disso! Uma opção para quem não tem muita grana no momento, mas não abre mão de uma boa viagem é desbravar o leste europeu.

Quer saber os motivos que podem te fazer escolher essa região e quais as suas principais atrações? Nós temos algumas informações bem legais para te ajudar a se decidir pelo extremo oriente da Europa.  

Por que visitar o leste europeu

Se você curte viajar, sabe que este momento é tão bom, mas tão bom que quase nunca precisa de uma justificativa, certo? Então, poderíamos dizer que um dos motivos de visitar o leste europeu é o prazer da viagem em si. É a satisfação de se deparar com culturas diferentes, paisagens novas e experiências enriquecedoras. 

Mas, se você precisa se convencer a planejar uma viagem para lá, listamos aqui alguns dos principais motivos para fazê-lo.

Destino mais barato

O Leste Europeu, se comparado a outros destinos mais tradicionais e badalados, costuma ser um lugar mais em conta. Uma noite em um hotel bom em Paris, por exemplo, fica muito mais caro do que uma noite em um bom hotel em Praga, na República Tcheca. 

É essa conta que é necessário ter em mente. Isto é, você vai ter uma economia com relação a viagens que faria para lugares mais visados, como França, Itália, Alemanha e Inglaterra, por exemplo.

Não significa, no entanto, que o Leste Europeu só tem lugar ruim ou pouco visitado. Algumas regiões praianas da Croácia, por exemplo, são super disputadas e caras! Por isso, vale a pena traçar um plano de viagem de acordo com o quanto você tem de reserva.  

Muita história para contar

A Europa é considerada um dos berços da Humanidade, por sua importância em termos históricos, econômicos, políticos e culturais. E muita gente credita essa relevância apenas a países como Grécia, Portugal, Alemanha e Inglaterra, por exemplo. 

Mas a verdade é que o Leste da Europa é também repleto de países de destaque, sobretudo se pensarmos na História recente. É sempre bom lembrar que essa região ficou sob o domínio da União Soviética por muitas décadas. 

A Guerra Fria moldou a região

É válido lembrar que quando a Segunda Guerra Mundial terminou, as potências do mundo se dividiram em 2 blocos: os países socialistas, encabeçados pela União Soviética, e os capitalistas, liderados pelos Estados Unidos. 

Durante a chamada Guerra Fria, o confronto não se deu nos campos de batalha. Mas os países desenvolveram armas, inclusive atômicas, além de terem se entrincheirado ideologicamente. 

Neste contexto, o Leste Europeu, que ficou sob o domínio da União Soviética, vivenciou a chamada “cortina de ferro”, um isolamento total do resto da Europa capitalista. É importante pontuar que nesta região houve diversas guerras na tentativa de se tornarem independentes e autônomas da antiga URSS. 

Ou seja, visitar essa região da Europa é mergulhar em uma história não muito distante.  

Paisagens e culturas 

O continente europeu é muito vasto. São cerca de 50 países, espalhados em um território de 10 milhões de Km quadrados. Ou seja, ali coexistem muitas culturas diferentes. E a região leste que se fragmentou depois do fim da União Soviética é um quadro muito vivo disso. 

Em uma viagem curta é possível conhecer países católicos, protestantes, politicamente à direita e à esquerda, por exemplo. 

Além disso, há muitas paisagens lindas à espera dos turistas. E, engana-se quem pensa que só vai encontrar temperaturas abaixo de 0 e gelo. Há praias de águas claras, há parques com vegetação nativa, há sol e verde. 

Facilidade na locomoção

Outro ponto positivo dessa região é que os turistas acabam encontrando facilidade para se locomover, uma vez que as principais cidades são relativamente próximas umas das outras. 

Além disso, nota-se que há diversas linhas de ônibus que cruzam as fronteiras entre os países, além dos trens e dos voos constantes, realizados pelas companhias aéreas locais. 

É interessante notar que o sistema ferroviário pode gerar viagens mais longas, já que há alguns trechos com velocidade reduzida. Por isso, é importante estar atento ao roteiro geral dos passeios para que nenhum compromisso tenha que ser adiado ou, pior, para que você não perca nenhuma atração. 

Convencido a ir para o Leste Europeu? Bem, agora é só arrumar as malas!