O Carnaval chegou e trouxe com ele a animação comum do período. É tempo de pular, se divertir e correr atrás dos trios, bloquinhos e bailes pelo Brasil. Mas, aguentar os cinco dias de folia requer muita energia. Na hora da diversão o corpo pode até não sentir, mas no dia seguinte as dores na lombar, joelhos e pés costumam visitar os foliões.

Segundo Carlos Henrique Abdenur, coordenador da equipe de ortopedia do Grupo São Francisco – que faz parte do sistema Hapvida -, as dores lombares, nos joelhos e pés são comuns durante o Carnaval e podem ser causadas por fatores como a falta de alongamento, preparo físico e uso de calçados inadequados.

“Nem todo folião tem o preparo físico de um esportista. E, por isso, podem aparecer dores inesperadas”, diz.

A recomendação, segundo o ortopedista, é fazer exercícios regularmente e controlar a alimentação. “E, antes de cair na folia, é fundamental se alongar e beber bastante água”, reforça Abdenur.

Outra dica valiosa é com relação ao calçado, que deve ser confortável e preferencialmente, fechado. “Como a pessoa fica muito tempo em pé, o ideal é que evite calçados novos. Ele deve usar aquele que sabe que é confortável”, afirma o coordenador da equipe de ortopedia do Grupo São Francisco.

Além disso, Abdenur alerta que o uso de sandália ou chinelo de dedo não é recomendado. “Com eles os pés estão mais expostos a traumas e vulneráveis a cortes por cacos de vidro, por exemplo. Esse tipo de lesão é comum em época de festas”, orienta.

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 6 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como o maior sistema de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, América, Promed e Ame, RN Saúde, além da operadora Hapvida. Atua com mais de 29 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais 14 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 40 hospitais, 160 clínicas médicas, 42 prontos atendimentos, 126 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

O ortopedista Carlos Henrique Abdenur orienta como evitar dores e lesões durante o Carnaval