La Niña – ELA CHEGOU!

Segundo relatório distribuído hoje pela NOAA, a La Niña já pode ser considerada ativa e, mesmo com fraca intensidade, tem influência em todo o planeta.

Segundo relatório distribuído hoje pela NOAA, a La Niña já pode ser considerada ativa e, mesmo com fraca intensidade, tem influência em todo o planeta.

Para ser considerada ativa, o Oceano Pacífico Equatorial precisa estar mais frio do que a média por algum tempo, e isso já vinha acontecendo. E os ventos também precisam reagir a esta mudança de temperatura do Oceano. E essa premissa também está cumprida, com o que os meteorologistas chamam de acoplamento do oceano com a atmosfera. Os Alísios estão soprando mais fortes por causa do resfriamento do Oceano.

No Brasil a principal característica do fenômeno é melhorar as condições para chuva no Nordeste e no Norte, mas tem o efeito de inibir as chuvas frequentes no Sul. No Sudeste e no Centro-Oeste a maior influência está na temperatura, que tende a ser mais amena nos anos de La Niña, em comparação com o seu irmão El Niño, que tem efeito oposto.

Impactos da La Niña

A Climatempo indica que seus impactos no clima global serão com fraca intensidade.

Como possíveis impactos no Brasil, pode se citar a maior probabilidade de ocorrência de chuvas acima da média na faixa centro-norte do país, que abrange a maior parte da Região Nordeste, a maior parte da Região Norte, e a faixa mais a norte do Centro-Oeste e do Sudeste.

Funcionando de maneira inversa, o impacto no Sul seria o inverso, de menos chuvas. Na Região Sudeste, os principais impactos são nas temperaturas, que ficam mais amenas.

Sobre a Climatempo

Com solidez de 30 anos de mercado e fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para os principais segmentos, a Climatempo é sinônimo de inovação. Foi a primeira empresa privada a oferecer análises customizadas para diversos setores do mercado, boletins informativos para meios de comunicação, canal 24 horas nas principais operadoras de TV por assinatura e posicionamento digital consolidado com website e aplicativos, que juntos somam 20 milhões de usuários mensais.

Em 2015, passou a investir ainda mais em tecnologia e inovação com a instalação do LABS Climatempo no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). O LABS atua na pesquisa e no desenvolvimento de soluções para tempo severo, energias renováveis (eólica e solar), hidrologia, comercialização e geração de energia, navegação interior, oceanografia e cidades inteligentes. Principal empresa de consultoria meteorológica do país, em 2019 a Climatempo uniu forças com a norueguesa StormGeo, líder global em inteligência meteorológica e soluções para suporte à decisão.

A fusão estratégica dá à Climatempo acesso a novos produtos e sistemas que irão fortalecer ainda mais suas competências e alcance, incluindo soluções focadas nos setores de serviços de energia renovável. O Grupo segue presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 35 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país.

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